Descrição
A Gran Madre di Dio é a igreja neoclássica da margem direita do Pó, no bairro de Borgo Po, bem em frente à ponte Vittorio Emanuele I e à Piazza Vittorio Veneto. Com a colina dos Capuchinhos ao fundo, compõe um dos panoramas mais conhecidos do centro de Turim.
A fachada lembra de perto o Panteão de Roma: uma escadaria alta, um pronau com seis colunas coríntias na frente e um frontão com a Virgem recebendo a homenagem dos decuriões turineses.
O interior é circular e se apoia na cúpula: cinco ordens de caixotões octogonais de estuque, de tamanho decrescente, que terminam em um óculo de mais de três metros pelo qual desce a luz do alto.
Aos pés da escadaria estão sentadas as duas estátuas da Fé e da Religião, obra de Carlo Chelli, de 1828. A que segura o cálice, a Fé, costuma ser confundida com Nossa Senhora e, para quem gosta de esoterismo, indicaria o lugar do Santo Graal.
Nos nichos sob o pronau estão são Marcos e são Carlos Borromeu. Os altares laterais são dedicados a são Marcos e a são Leonardo, em lembrança de uma igreja que ficava pouco adiante e que Napoleão mandou derrubar em 1811 para dar lugar à ponte.
A igreja foi desejada pela cidade para comemorar o retorno do rei Vítor Emanuel I de Saboia, em 20 de maio de 1814, depois da retirada de Napoleão. Ainda hoje é a única igreja de Turim de propriedade municipal.
O projeto é de Ferdinando Bonsignore, escolhido por concurso. A pedra fundamental foi lançada por Vítor Emanuel I em 23 de julho de 1818; depois a obra parou por cerca de dez anos e foi retomada em 1827. A igreja foi inaugurada em 1831.
No frontão, a inscrição dedicada pela ordem e pelo povo de Turim celebra a chegada do rei, não o retorno do exílio, e já para os contemporâneos isso pareceu uma escolha curiosa.
Sob a igreja, na cripta, fica o memorial dos mortos da Primeira Guerra Mundial, inaugurado em 1932.
Também o corpo do rei Carlos Alberto recebeu aqui a última bênção, em 14 de outubro de 1849, antes de ser sepultado na Basílica de Superga.
A fachada lembra de perto o Panteão de Roma: uma escadaria alta, um pronau com seis colunas coríntias na frente e um frontão com a Virgem recebendo a homenagem dos decuriões turineses.
O interior é circular e se apoia na cúpula: cinco ordens de caixotões octogonais de estuque, de tamanho decrescente, que terminam em um óculo de mais de três metros pelo qual desce a luz do alto.
Aos pés da escadaria estão sentadas as duas estátuas da Fé e da Religião, obra de Carlo Chelli, de 1828. A que segura o cálice, a Fé, costuma ser confundida com Nossa Senhora e, para quem gosta de esoterismo, indicaria o lugar do Santo Graal.
Nos nichos sob o pronau estão são Marcos e são Carlos Borromeu. Os altares laterais são dedicados a são Marcos e a são Leonardo, em lembrança de uma igreja que ficava pouco adiante e que Napoleão mandou derrubar em 1811 para dar lugar à ponte.
A igreja foi desejada pela cidade para comemorar o retorno do rei Vítor Emanuel I de Saboia, em 20 de maio de 1814, depois da retirada de Napoleão. Ainda hoje é a única igreja de Turim de propriedade municipal.
O projeto é de Ferdinando Bonsignore, escolhido por concurso. A pedra fundamental foi lançada por Vítor Emanuel I em 23 de julho de 1818; depois a obra parou por cerca de dez anos e foi retomada em 1827. A igreja foi inaugurada em 1831.
No frontão, a inscrição dedicada pela ordem e pelo povo de Turim celebra a chegada do rei, não o retorno do exílio, e já para os contemporâneos isso pareceu uma escolha curiosa.
Sob a igreja, na cripta, fica o memorial dos mortos da Primeira Guerra Mundial, inaugurado em 1932.
Também o corpo do rei Carlos Alberto recebeu aqui a última bênção, em 14 de outubro de 1849, antes de ser sepultado na Basílica de Superga.